Quem sou eu

Minha foto
cozzolinopolis, texas do brazil, Brazil
Muito difícil apenas um espectador, porem não tão passivo como se espera.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

4chan


Quando olho os artigos vejo como, estamos distantes do que precisamos, hoje me deparei, talvez pela greve geral, de novo com o assunto 4chan, um blog de "nerd's" que começou uma onda nacionalista mundial não flexível, sabe não consigo entender algo como um povo retratado na pub. do jornal extra poderia votar em alguém que rouba cada bolso na casa de milhões,por causa de um aperto de mão ou de um bolsa qualquer por querer a volta do estado de bem estar social, que não irar acontecer pois o momento histórico é outro.
Analisando o site 4chan e a linguagem na rua, e seu antagonismo nas ruas do RJ pois é algo que pude participar, um lado fogo e bomba do outro o manifestar "pacífico", o site começa com esse formato anônimo adaptado do conceito nipônico, sobre coisas do tempo da vovó, que vai motivar vários eventos pelo mundo, alguns acreditando que Thrunp tenha se elegido por atividades desse site, então verifico que muito  deles estariam nesse movimento tentando dar voz aos anônimos que aqui no Rio muitas vezes estão em lados opostos pelo simples fato da falta de protagonismo dos mediadores elencados por nos mesmos, estes mediadores por sua vez não assumem seus pontos de vistas com receio de não servirem a si mesmos, quem deveria se prender mais nesse país ?
o pobre que recorre a violência ou os traidores dos interesses públicos que o fazem pelos seus próprios,veja o 4chan revela se em uma plataforma oriental, adaptada para nossa cultura que tem a revolução francesa como o melhor exemplo da revolução dos anônimos e olha que a bastilha francesa estava bem mais vazia que as nossas, se eu fosse o rei teria medo pelo meu pescoço.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

O que dirigir, se permitir ser apenas um passageiro.


https://www.youtube.com/watch?v=eS11klYOXbg

    Muito difícil apenas um espectador, porem não tão passivo como se espera.
    Revendo essas fotos e vendo o video queria propor o seguinte pensamento:
    “Se sabemos onde aonde chegaremos, o prazer da viagem não estaria na chegada e sim na jornada sofrer o dano seria o efetivo alvo relacional de nossas vidas”