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Muito difícil apenas um espectador, porem não tão passivo como se espera.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Nada novo


O que era bom ficou ruim
O jogo de bicho e outros grilos, o referido jogo começa como solução na falta do estado, ganha as ruas e o estado vendo que não o negocio era bom proíbe o zoológico, pois o jogo era o que manteria o zoo, acreditando talvez que inibiria a atuação de "desocupados", sabe os jogos muito por influencia da igreja,que movimenta a opinião publica manipulada por poderes de poderosos veja o caso dos cassinos proibidos pela opinião da primeira dama da republica na época pelo fato da religião, hoje  outra senhora agora presidente ou ex presidenta, acaba achando que a legalização do jogo poderia salvar a economia e ate seu mandato, penso em um estado livre não positivista mais livre de razões metafísicas, a exploração do jogo do bicho virou crime caçado e depois contravenção,tolerado segundo interesses dos que estão acima mais sem uma continuidade na formação da opinião ou do interesse de que ou de quem, acabamos sem saber o dano ou o benefício que a liberação do jogo do Drumond poderia fazer e com medo de formar debates sobre outros assuntos drogas, aborto, casamento por afetividade,sempre empurrando a sujeira pra baixo do tapete, e isso gera o descredito na classe politica pelo fato de suas opiniões serem conforme os interesses  de apenas uma faixa e esquecendo dos desocupados que na sua maioria quer do jogo do zoo apenas a bife pra colocar em cima do arroz e feijão,e nas eleições vende seu voto por que crê que qualquer um que "ganhar" não muda sua vida.
Penso no transporte alternativo, o gás na moto entrega o gato net o enfraquecimento do comércio da Rocinha com a UPP , como exemplos modernos da falta de protagonismo do estado ou do excesso dele ,vejo a reforma trabalhista e previdenciária como necessárias porém a prioritária séria a política com uma maior consulta publica do que é necessário para este estado que não deseja mais ser o grande leviatã por que não consegue e mostra nos a historia que nunca o quis como também não deseja deixar o controle ou o palco,nessa ultima mobilização social dia 28/04 vemos que os meios midiáticos desejaram diminuir a ação popular, conceito de jogar a sujeira pra debaixo do tapete enquanto o povo apenas quer ganhar o arroz com feijão e ter no descanso o ovo pra jogar em cima, e na aposentadoria a garantia de que ainda vai dar pra fazer uma fézinha e levar os netos da Quinta pra passear e ver o macaco e o pavão.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

4chan


Quando olho os artigos vejo como, estamos distantes do que precisamos, hoje me deparei, talvez pela greve geral, de novo com o assunto 4chan, um blog de "nerd's" que começou uma onda nacionalista mundial não flexível, sabe não consigo entender algo como um povo retratado na pub. do jornal extra poderia votar em alguém que rouba cada bolso na casa de milhões,por causa de um aperto de mão ou de um bolsa qualquer por querer a volta do estado de bem estar social, que não irar acontecer pois o momento histórico é outro.
Analisando o site 4chan e a linguagem na rua, e seu antagonismo nas ruas do RJ pois é algo que pude participar, um lado fogo e bomba do outro o manifestar "pacífico", o site começa com esse formato anônimo adaptado do conceito nipônico, sobre coisas do tempo da vovó, que vai motivar vários eventos pelo mundo, alguns acreditando que Thrunp tenha se elegido por atividades desse site, então verifico que muito  deles estariam nesse movimento tentando dar voz aos anônimos que aqui no Rio muitas vezes estão em lados opostos pelo simples fato da falta de protagonismo dos mediadores elencados por nos mesmos, estes mediadores por sua vez não assumem seus pontos de vistas com receio de não servirem a si mesmos, quem deveria se prender mais nesse país ?
o pobre que recorre a violência ou os traidores dos interesses públicos que o fazem pelos seus próprios,veja o 4chan revela se em uma plataforma oriental, adaptada para nossa cultura que tem a revolução francesa como o melhor exemplo da revolução dos anônimos e olha que a bastilha francesa estava bem mais vazia que as nossas, se eu fosse o rei teria medo pelo meu pescoço.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

O que dirigir, se permitir ser apenas um passageiro.


https://www.youtube.com/watch?v=eS11klYOXbg

    Muito difícil apenas um espectador, porem não tão passivo como se espera.
    Revendo essas fotos e vendo o video queria propor o seguinte pensamento:
    “Se sabemos onde aonde chegaremos, o prazer da viagem não estaria na chegada e sim na jornada sofrer o dano seria o efetivo alvo relacional de nossas vidas”